Apenas mais uma noite

Começou com uma ligação indesejada e, consequentemente, com a desculpa já pronta – sempre na ponta de língua Língua essa, que queria se perder em uma boca mais familiar, mais aconchegante, mais apaixonada.

Dispensou o garoto do telefone, com gentileza. Pegou sua taca de vinho, uma música bacana, o telefone e foi pro apartamento mais legal da face da terra. Estava sozinha com uma garota de outro planeta, mas se sentia em casa, de alguma forma.

Olhava o telefone ansiosamente. Queria tanto que tocasse. Foi o que aconteceu! Porem, como uma vingança do destino (sempre tão rápido!), recebeu a notícia que não esperava. Ou esperava? Triste como sempre ignorava sua intuição e como sempre ela estava certa. Por que isso?

Bebeu mais um pouco, conversou bastante, riu e chorou. Ate que o Menino-idolo apareceu e ela não pensou duas vezes: foi junto com ele pra floresta de gente, onde há de todos os tipos. Antes porem, deu um pulo na cama mais fofa e observou a vista mais linda de todas. Por que tudo com ele e sempre mais interessante? E mesmo assim, ele nunca saberá

Perderam-se na floresta. E, num passe de mágica, ela estava com pessoas do mesmo tipo do menino-idolo. Não exatamente iguais, mas interessantes.

Na rua deserta, só ela e M. Ele, de terra distante e gelada, dizendo-se frio e sem coração Descem a rua. Ele vê uma rosa vermelha presa no para-brisa de um carro. Não pensa duas vezes: pega e oferece a ela, que desacredita – mas aceita.

Pode uma noite ser tão surpreendente assim? Nessa parte do mundo, a resposta e’ sempre sim!

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